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Doação de óvulos: como funciona?

Como funciona a doação de óvulos?

A par dos espermatozóides, os óvulos constituem-se os maiores protagonistas entre as muitas células, órgãos e sistemas envolvidos na reprodução humana. Embora, hoje em dia, os tratamentos de fertilidade resolvam uma grande parte dos problemas dos casais que não conseguem obter uma gravidez por métodos naturais, há casos em que a única solução possível é recorrer a gâmetas doados. 

Neste sentido, a lei portuguesa prevê que homens e mulheres adultos que cumpram certos pré-requisitos possam doar os seus gâmetas, de forma anónima, em centros autorizados (como é o caso da Cemeare). A doação de óvulos é, assim, um ato voluntário, de caráter benévolo, uma vez que, através dele, mulheres saudáveis podem ajudar casais hetero ou homossexuais (de mulheres, neste caso) ou mulheres sem parceiro a cumprir o seu desejo de ter filhos. Contudo, apesar do cariz voluntário, as dadoras de ovócitos têm direito a uma compensação financeira (no valor máximo de 877,62€), com vista a cobrir as despesas ou prejuízos eventualmente inerentes ao processo de doação.

Doar óvulos: procedimento

Com uma taxa de sucesso de cerca de 50% a 55%, o processo de doação de óvulos inicia-se com a avaliação médica e psicológica. Nesta primeira fase, as potenciais dadoras são consultadas por um especialista em medicina da reprodução e um psicólogo, com vista a fazer uma primeira avaliação da sua capacidade para doar óvulos. Nesta fase, são fornecidas à mulher todas as informações acerca do processo a que se deseja submeter e são ainda debatidos com ela todos os fatores envolvidos no procedimento. Além disso, é nesta fase preliminar que deve ser preenchido um questionário clínico.

Numa segunda fase, é realizado um exame ginecológico completo (que inclui ecografias ao útero e aos ovários), bem como testes para despiste de doenças genéticas e análises ao sangue. Estas têm como objetivo confirmar a inexistência de doenças sexualmente transmissíveis, tais como a hepatite B e C, o HIV e a sífilis. Estes exames complementares de diagnóstico, além de avaliarem o estado de saúde da dadora, permitem ainda garantir que a dadora não terá problemas para engravidar no futuro (como explicamos aqui, a doação não afeta a fertilidade da dadora).

Se as duas fases anteriores do procedimento de doação de ovócitos levarem a concluir que a mulher está apta a fazer a doação, é, então, iniciado o tratamento que visa a obtenção dos ovócitos. Geralmente, este inicia-se no segundo ou terceiro dia de menstruação da dadora e consiste na estimulação dos ovários, através de hormonas que levam à formação de um número de ovócitos mais elevado do que num ciclo normal. Para tal, recorre-se a injeções subcutâneas, administradas, normalmente, durante um período de 10 dias (podendo ser administradas pela própria mulher, tal como acontece com os tratamentos de insulina, ou pelos profissionais do centro onde é feita a doação), processo este que é monitorizado ao longo do tempo, com recurso a 2 a 3 ecografias.

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